18 de junho – Dia Mundial do Orgulho Autista

18/06/2020

O objetivo desta efeméride é afirmar e defender os direitos das Pessoas com Autismo - que possuem capacidades e características diferentes - à autonomia, qualidade de vida e inclusão, por forma a quebrar a visão negativa ainda existente. Estes direitos estão reafirmados na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência . Segundo a Associação Americana de Psiquiatria , as Perturbações do Espectro do Autismo (PEA) são “ um síndroma neuro-comportamental com origem em perturbações do sistema nervoso central que afeta o normal desenvolvimento da criança. Os sintomas ocorrem nos primeiros três anos de vida e incluem três grandes domínios de perturbação: social, comportamental e comunicacional”. O dia mundial do orgulho autista celebra-se para conhecermos melhor as diversas faces do autismo: a que não consegue falar, a que não conseguiu aprender a ler, a que não consegue interagir, a que se irrita com barulhos, a que não se sente a vontade com estranhos, a que pela primeira vez brincou com os pais, a que consegue ficar na escola... enfim, ter orgulho de não esconder que o autismo é algo difícil de lidar, mas que não define quem a pessoa é. O que precisamos é aceitá-la com as suas limitações e reconhecer o seu potencial inato, incluindo aquela com espectro do autismo. Esta data foi criada, em 2005, pelo Grupo ASPIES FOR FREDOM(AFF). Mais informação em www.aspiesforfreedom.com

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Qualidade educativa e inclusão na UE

17/06/2020

A Comissão Europeia publicou um memorando de políticas que visa esclarecer os decisores políticos, sublinhando a importância da qualidade da educação e cuidados na primeira infância através da inclusão, sugerindo algumas soluções.  O memorando introduz o que significa inclusão na educação em geral e, principalmente, na educação e cuidados infantis. Discute igualmente como a inclusão na educação infantil é entendida no atual contexto político da União Europeia (UE).  O documento alerta para a existência de muitos fatores de discriminação e marginalização, entre os quais os apresentados na seguinte imagem: Realça que os esforços na implementação das estratégias de educação “para todos” têm incidido, em particular, nas crianças com deficiência ou necessidades especiais, mas advoga que a educação inclusiva deve criar estratégias para todas as pessoas que são excluídas devido às suas origens migrantes, origens socioeconômicas desfavorecidas, entre outras. São também apresentadas as conclusões de projetos recentes a nível da UE sobre como a inclusão é integrada em diferentes aspetos da qualidade na educação e cuidados na primeira infância, o que continua a ser um desafio, especialmente nos contextos sociais desfavorecidos. Para mais informações sobre esta temática, consulte memorando: Strengthening the quality of early childhood education and care through inclusion / Reforçar a qualidade da educação e cuidados na primeira infância através da inclusão

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Monitorização dos Direitos das pessoas com Deficiência COVID-19

17/06/2020

De forma a fomentar uma compreensão global sobre as consequências dos desafios que as pessoas com deficiência enfrentam, a iniciativa da COVID-19 Disability Rights Monitor pretende reunir informação sobre como os Estados, Mecanismos, ONGPD e sociedade civil estão a responder a situações de emergência em relação a esta população em particular. Esta monitorização tem o apoio do Relator Especial das Nações Unidas para o Direito à Saúde, Dainius Pūras e da Relatora Especial das Nações Unidas para os Direitos das Pessoas com Deficiência, Catalina Devandas Aguilar, numa cooperação com seis organizações de direitos das pessoas com deficiência (European Network on Independent Living, Validity Foundation, a International Disability Alliance, a Disability Rights International, o Centro de Direitos Humanos da Universidade de Pretória e o International Disability and Development Consortium). De forma a garantir que a dignidade inerente às pessoas com deficiência é respeitada em todo o mundo, mesmo durante esta pandemia, a Disability Rights Monitor solicita que responda ao questionário no link www.covid-drm.org . Caso pretenda, a identidade dos participantes nesta pesquisa permanecerá confidencial e anónima indicando essa pretensão no final do questionário.

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Formação profissional adaptada para pessoas com deficiência e incapacidade

17/06/2020

A ACIP - Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares tem abertas inscrições para cursos de formação profissional adaptados para pessoas com deficiência e incapacidade. Jovens e adultos podem aumentar os seus conhecimentos e adquirir competências necessárias à obtenção de uma qualificação que lhes permita exercer uma atividade profissional no mercado de trabalho. Estão abertos cursos de Operador/a Agrícola – Horticultura/Fruticultura; Cozinheiro/a e Serviços Gerais. Os cursos incluem bolsa de formação, subsídio de alimentação e transporte. As inscrições para estes cursos devem ser feitas através de formulário . Para mais informações contacte: tel. 252 313 892 | email   formacao@acip.com.pt .

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Igualdade no acesso ao transporte ferroviário

16/06/2020

Foi entregue uma petição com 60.000 assinaturas ao Eurodeputado Bogusław Liberadzki, representante do Parlamento Europeu no Regulamento dos Direitos dos Passageiros Ferroviários , em defesa do princípio do “turn-up-and-go” , em oposição à obrigação atual que determina que as pessoas com deficiência têm de entrar em contato com os operadores ferroviários, caso necessitem de assistência, 2 dias antes de viajarem.   Esta cláusula causa discriminação contra as pessoas com mobilidade reduzida nas viagens de comboio, impede e limita o seu uso para viagens urgentes ou não planeadas, levando a opções mais caras e poluentes.   Mais informações sobre esta iniciativa AQUI .

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16 de junho - Dia Nacional de luta contra a Paramiloidose

16/06/2020

A Paramiloidose, vulgarmente conhecida pela  “doença dos pezinhos”, é uma doença hereditária, progressiva e incapacitante, atingindo o sistema nervoso periférico, nas suas componentes sensitiva, motora e autonómica.   As primeiras manifestações da doença ocorrem, normalmente, entre os 25 e os 35 anos (nalguns casos prematuramente depois dos 20 anos e tardiamente depois dos 50 anos) e passam pela perda de sensibilidade nos membros inferiores, e que progride, depois, de forma ascendente, afetando a capacidade motora e vários órgãos. A diversidade de sintomas torna o diagnóstico, na maior parte das vezes, complexo e demorado. A paramiloidose não tem cura e, quando não tratada, é fatal, em média, 10 anos depois. A data foi escolhida por ser o dia do falecimento do Prof. Doutor Mário Corino da Costa que, em 1952, descreveu esta doença pela primeira  vez. Importa, no entanto, não confundir esta doença com o «teste do pezinho» realizado a partir do terceiro dia de vida do recém-nascido, através da recolha de umas gotículas de sangue no pé da criança, e que permitem identificar as crianças que sofrem de doenças, quase sempre genéticas, e suscetíveis de beneficiarem de tratamento precoce. Mais informação .

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